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Selbstschutz:

Associativismo colonial e a experiência da autodefesa nas colônias teuto-brasileiras do Rio Grande do Sul (1890-1930)

Paulo Rogério Friedrichs Adam

O livro Selbstschutz: Associativismo colonial e a experiência da autodefesa nas colônias teuto-brasileiras do Rio Grande do Sul (1890-1930) trata da trajetória e das transformações da organização associativa dos colonos teuto-brasileiros no Rio Grande do Sul, principalmente aquele associativismo político e de autoproteção que existiu do final do século XIX e o primeiro terço do século XX. Em meio às complexas relações dos colonos com a realidade sociopolítica, no rumo de sua eventual autonomização política, existe uma conexão que liga a história do associativismo que se desenvolveu na região colonial, envolvendo a formação do Partido Colonial (Koloniepartei) e das Associações Coloniais (Kolonieverein), passando pela Associação Riograndense de Agricultores (Bauernverein) até chegar as Selbstschutzverein e a constituição das Uniões Coloniais; processo no qual foi fundamental a formação dos Selbstschutzvereine dos anos 20, da região serrana do Rio Grande do Sul.